Clichês Brasileiros

cliches_capaGustavo Piqueira cria narrativa visual combinando antigos clichês tipográficos e conta a história do Brasil em seu novo livro.

Utilizando-se apenas de imagens de um catálogo brasileiro de clichês tipográficos do início do século XX (Catálogo de clichés D. Salles Monteiro, publicado em edição fac-similar pela Ateliê Editorial, em 2003), Gustavo Piqueira compõe uma inusitada narrativa visual contemporânea em seu novo livro, Clichês Brasileiros.

Os clichês tipográficos eram matrizes, gravadas em madeira ou metal, utilizadas como complemento figurativo ao conteúdo textual no processo tipográfico de impressão, método dominante na produção de impressos durante quase cinco séculos.

Mas o título do livro não se deve exclusivamente às matrizes usadas para a confecção das ilustrações. A cada virada de página, topamos com outro tipo de clichês brasileiros: dos históricos, como a chegada dos portugueses, a catequização dos índios, a escravidão ou os ciclos do café e do ouro, até clichês do Brasil de hoje, cheio de engarrafamentos, dívidas, condomínios fechados e alienação. Todos retratados com sutil irreverência e grande riqueza gráfica.

O livro possui capa em lâmina de madeira impressa em serigrafia, fixada com fita adesiva, e tem tiragem única de mil exemplares numerados.

112 páginas, 23×27, colorido,  capa com lâmina de madeira impressa em serigrafia, fixada com adesivos, e lombada com costura lateral especial exposta. Publicado em 2013 pela Editora Ateliê Editorial

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*Best of the Best / Red Dot Awards 2014 – Alemanha

*Best in the Category & Judge’s Pick / FPO Design Awards 2014 – Estados Unidos

*AIGA 50Books / 50 Covers 2014 –  Estados Unidos

*Core77 Design Awards 2014 – Estados Unidos

*A’Design Awards 2014 – Itália

*iF Design Awards 2014 – Alemanha

*Good Design Awards 2013 – Estados Unidos

*LUSOS Premio Lusofonos da Criatividade 2013 – Portugal

*BDA Brasil Design Award 2014

*BID2014 4th Ibero-American Design Biennial – Madrid / Espanha

*Fête du Graphisme 2015 – Paris / França

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Baixe as primeiras páginas

Para comprar o livro:

Ateliê Editorial

Livraria Cultura

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  1. Vou comprar,

    me lembrou um pouco as brincadeiras do monty python.

    Espetacular a tua idéia.

  2. [...] Piqueira da Casa Rex, lança “Clichês Brasileiros” - seu novo livro que combina antigos clichês tipográficos para contar a história do Brasil, [...]

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23 de novembro de 2015

“An exotic treat for all the senses”


Occasionally a book can act as a window on another culture, its people and its history. Gustavo Piqueira’s “Brazilian Clichés” is more of a petting zoo – an exotic treat for all the senses. Inspired by the “Catálogo de clichés” …


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“An exotic treat for all the senses”

Occasionally a book can act as a window on another culture, its people and its history. Gustavo Piqueira’s “Brazilian Clichés” is more of a petting zoo – an exotic treat for all the senses. Inspired by the “Catálogo de clichés” by D. Salles Monteiro which features early 20th century Brazilian letterpress clichés, Casa Rex owner Piqueira had a bigger story to tell.

“The images from the old catalogue of Brazilian letterpress clichés were used in collages which created a contemporary visual narrative of Brazil’s history,” explains Piqueira. In “Brazilian Clichés,” he creatively weaves the original illustrations together, using each page as a canvas to relay another twist in Brazil’s own story.

Find out more about Brazilian Clichés.

Publicado no site PaperSpecs, em 18.11.2015

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21 de maio de 2015

“É, sem dúvidas, um dos trabalhos gráficos, em livro, mais bonito que já me caiu em minhas mãos recentemente”

é que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
da dura poesia concreta de tuas esquinas
(…)
da feia fumaça que sobe apagando as estrelas
eu vejo surgir teus poetas de campos e espaços
tuas oficinas de florestas, teus …


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“É, sem dúvidas, um dos trabalhos gráficos, em livro, mais bonito que já me caiu em minhas mãos recentemente”

é que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
da dura poesia concreta de tuas esquinas
(…)
da feia fumaça que sobe apagando as estrelas
eu vejo surgir teus poetas de campos e espaços
tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva
Sampa de Caetano Veloso
Acredito que Augusto de Campos é o escritor brasileiro mais culto ainda vivo. Notei isso após lê-lo, ter contato com suas ideias e projetos e, especialmente, em entrevistas (raras) que concede por aí. Sou apaixonado por sua poesia desde meu ensino médio. Passava horas admirando o estudo tipográfico e estético aplicado pelos irmãos campos e Décio Pignatari. Poesia esta inspiradora do melhor de nossa música popular, de Caetano e Adriana Calcanhoto ao genial Arnaldo Antunes. É por algo iniciado há décadas no Brasil (com inspiração em malucos lá de fora) que, hoje, o sucesso de livros como Pó de Lua e Eu Me Chamo Antônio são possíveis. Autores mais jovens de “poemas visuais e gráficos” foram beber nesses caras, mesmo que inconscientemente. Certamente, de uma forma mais popular (ou simplória), que nem de longe “cheira” à erudição da produção de Augusto de Campos. O que tanto faz, já que o que vale é a Arte, ainda mais neste mundo cada vez mais empobrecido culturalmente.
Eu sempre quis o livro Viva Vaia em meu acervo. Mas era uma obra esgotada há bastante tempo e a edição da Duas Cidades era vendida por até R$ 300,00. Então constantemente declinava da compra. Só que a Ateliê Editorial nos trouxe uma nova edição caprichadíssima, acompanhada do CD Poesia é Risco, contendo quinze poemas musicados por Cid Campos, filho do autor e do poema-objeto “Linguaviagem”, em forma de encarte. Coisa linda, mesmo. Livro para ler, beijar, cheirar, abraçar e manter uma relação afetiva, íntima e sexual, tomando-se cuidado para não esporrar em cima das páginas e estragar tudo.
Junto com Viva Vaia, aproveitei para comprar o belíssimo exemplar de Clichês Brasileiros do maluco saudável Gustavo Piqueira, proprietário da famosa Casa Rex. O livro traz histórias brasileiras contadas por meio de imagens constantes no Catálogo de clichés D. Salles Monteiro. O resultado foi divertido. E a confecção do livro, enquanto objeto, peculiar. O volume tem capa com lâmina de madeira impressa em serigrafia, fixada manualmente com fita adesiva, miolo em papel macio de excelente gramatura e costura da lombada aparente. A tiragem única é de mil exemplares numerados. E tudo isso por R$ 49,00. É, sem dúvidas, um dos trabalhos gráficos, em livro, mais bonito que já me caiu em minhas mãos recentemente.
E, por falar em trabalho gráfico, foi justamente por meu interesse em arte gráfica que a Ateliê Editorial se fez presente no meu cotidiano de colecionador. Assim, há alguns anos, mantenho para consulta regular as edições: Desculpe a letra, de Guto Lacaz; 530 gramas de ilustrações de Marcelo Cipis; Beauty & Fashion de Mário Cafiero ePincelagens & Debuxos de Hélio Cabral.
Essa pegada de livro-objeto, do citado “amor táctil” de Caetano Veloso em sua música Livros me chama atenção desde que percebi como o livro impresso está sendo extinto gradativamente e dando lugar à supremacia do formato digital. Acredito que apenas o investimento no livro enquanto objeto cultural poderá lhe dar fôlego e despertar o interesse de novos leitores ou de pessoas que, com o cotidiano cada vez mais corrido, tenham abandonado o maravilhoso hábil de ler no papel. Editoras como a Ateliê, DarkSide Books, Cosac Naify e Lote 42 notaram isso e já estão se esforçando para [re]conquistar leitores de… livros. Abaixo, antes das imagens com edições da Ateliê Editoral aqui comentadas, aproveito para compartilhar vídeo onde o grupo da Casa Rex cola areia nas capas de Seu Azul (também do designer Gustavo Piqueira) antes de comercializá-lo. Trabalho lindo, sem dúvidas. E que dá aquele aspecto ainda mais humano ao volume, pelo viés artesanal de sua confecção.
Fico por aqui. Curtam o vídeo abaixo (é legal ver o engajamento das pessoas dando o toque final aos volumes) e confiram as fotografias a seguir, retiradas de meu acervo. Abraços, amiguinhos!

 

 

Publicado no Blog do Neófito, em 21.05.2015.

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30 de janeiro de 2014

“Clichês Brasileiros recebe três prêmios internacionais”

por Daniel De Luccas
O livro Clichês Brasileiros, de Gustavo Piqueira, publicado pela Ateliê recebe três prêmios de Design
Clichês Brasileiros, de Gustavo Piqueira
2014 iF Design Awards
Um dos maiores prêmios internacionais de design com base em Munique, Alemanha.
2013 Good Design Awards
O mais …


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“Clichês Brasileiros recebe três prêmios internacionais”

por Daniel De Luccas

O livro Clichês Brasileiros, de Gustavo Piqueira, publicado pela Ateliê recebe três prêmios de Design

Clichês Brasileiros, de Gustavo Piqueira

2014 iF Design Awards
Um dos maiores prêmios internacionais de design com base em Munique, Alemanha.

2013 Good Design Awards
O mais antigo prêmio de design, organizado pelo Chicago Athenaeum Museum of Architecture and Design e tendo como alguns de seus fundadores Charles e Ray Eames.

2013 LUSOS Prémios Lusófonos da Criatividade
Competição que premia o melhor de comunicação visual e design gráfico dos países de língua oficial portuguesa, sediada em Portugal.

 Release

Utilizando-se apenas de imagens de um catálogo brasileiro de clichês tipográficos do início do século XX (Catálogo de clichés D. Salles Monteiro, publicado em edição fac-similar pela Ateliê Editorial, em 2003), Gustavo Piqueira compõe uma inusitada narrativa visual contemporânea em seu novo livro,Clichês Brasileiros. Os clichês tipográficos eram matrizes, gravadas em madeira ou metal, utilizadas como complemento figurativo ao conteúdo textual no processo tipográfico de impressão, método dominante na produção de impressos durante quase cinco séculos. Mas o título do livro não se deve exclusivamente às matrizes usadas para a confecção das ilustrações. A cada virada de página, topamos com outro tipo de clichês brasileiros: dos históricos, como a chegada dos portugueses, a catequização dos índios, a escravidão ou os ciclos do café e do ouro, até clichês do Brasil de hoje, cheio de engarrafamentos, dívidas, condomínios fechados e alienação. Todos retratados com sutil irreverência e grande riqueza gráfica. O livro possui capa em lâmina de madeira impressa em serigrafia, fixada com fita adesiva, e tem tiragem única de mil exemplares numerados.

Gustavo Piqueira – À frente da Casa Rex, casa de design com sedes em São Paulo e Londres, Gustavo Piqueira é um dos mais premiados designers gráficos do Brasil, com mais de 200 prêmios internacionais. Também ilustrou livros infantis e desenhou alfabetos. Como autor, publicou doze livros de ficção. Seus mais recentes projetos são a concepção e organização da coleção de filosofia clássica Ideias Vivas (WMF Martins Fontes/2011), a tradução do irreverente A História Verdadeira, escrito no século II por Luciano de Samósata (Ateliê Editorial/2012) e o misto de imagens reais e ensaios fictícios Iconografia Paulistana (WMF Martins Fontes/2012).

Conheça os livros de Gustavo Piqueira publicados pela Ateliê

Publicado no blog da Editora Ateliê Editorial, em 30.01.2014.

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13 de setembro de 2013

“Gustavo Piqueira faz do Brasil um enredo de irreverência e déjà vu”

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Clique aqui para ler a matéria.
Publicado na Revista Carta Capital… em 11.09.2013


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“Gustavo Piqueira faz do Brasil um enredo de irreverência e déjà vu”

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Publicado na Revista Carta Capital em 11.09.2013

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3 de setembro de 2013

Espaço Mix – Matéria – Gustavo Piqueira


Matéria para o Programa Espaço Mix…, em 03.09.2013


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Espaço Mix – Matéria – Gustavo Piqueira


Matéria para o Programa Espaço Mix, em 03.09.2013

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2 de setembro de 2013

“Um livro que é objeto de arte”

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Clique aqui para baixar o PDF.
Publicado no Guia da Folha… em 31.08.2013


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“Um livro que é objeto de arte”

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Publicado no Guia da Folha em 31.08.2013

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23 de agosto de 2013

“Uma caixinha de surpresas”

Em Clichês brasileiros, o designer e escritor Gustavo Piqueira segue desafiando as possibilidades do livro impresso – desta vez, em uma edição que não tem capa tradicional nem lombada.
Com um trabalho notável à frente da Casa Rex, seu estúdio …


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“Uma caixinha de surpresas”

Em Clichês brasileiros, o designer e escritor Gustavo Piqueira segue desafiando as possibilidades do livro impresso – desta vez, em uma edição que não tem capa tradicional nem lombada.

Com um trabalho notável à frente da Casa Rex, seu estúdio com sedes em São Paulo e em Londres que conquistou centenas de prêmios de design gráfico em todo o mundo, Gustavo Piqueira é nome obrigatório em qualquer seleção de artistas visuais que se escale no país. Mas que ninguém tente restringir seu jogo para apenas uma fatia do gramado: ele é daquele tipo de atleta que gosta de atuar em todas. Apaixonado por livros, Piqueira encontrou no mercado editorial um campo ideal para dar vazão à sua fecunda criatividade. Seja como escritor, tradutor, ilustrador ou até mesmo organizador de coleções, este craque tem produzido um elenco de obras que, por mais heterogêneas que pareçam, tem como fio condutor uma sólida e marcante característica: o inesperado.

Responsável por títulos tão díspares como o fictício Marlon Brando vida e obra, o irônico Manual do paulistano moderno e descolado e o juvenil A vida sem graça de Charllynho Peruca, entre outros, ele volta a inovar com Clichês brasileiros, lançamento da Ateliê Editorial. Desta vez, utilizando-se somente de imagens de um antigo catálogo de clichês tipográficos – matrizes outrora usadas para impressão -, o autor criou uma narrativa visual única. Aproveitando o duplo sentido do termo, conta a história do Brasil por meio de nossos clichês – desde os mais antigos, como os estereótipos da chegada dos portugueses e da catequização dos índios, até os da atualidade, caso dos engarrafamentos nas cidades e os condomínios fechados.

Porém, não é apenas aí que o livro surpreende. Depois de fixar um espelho na capa de sua obra anterior, Iconografia paulistana, Gustavo Piqueira concebeu um livro sem capa nos moldes tradicionais – há apenas uma lâmina de madeira impressa em serigrafia, afixada na guarda com uma fita adesiva personalizada. Além disso, a lombada tem a costura exposta. Delírio de designer? Nada disso. “A ideia é expandir as possibilidades de um livro impresso em sua dimensão de objeto, mas mantendo um conteúdo que se sobrepõe à forma”, explica o paulistano, revelando sua preocupação em não se deixar levar apenas pelo lado visual. “Muitas vezes esses ‘livros-objetos’ não primam pela riqueza do assunto abordado, de tão preocupados que estão com a exuberância visual em si.”

Para essas obras, Piqueira também busca soluções que possibilitem tiragens industriais, a fim de colocar o livro na prateleira das livrarias. Afinal, em sua opinião, ao contrário do que muitos vaticinam, a edição impressa ainda tem um longo papel a cumprir. “Não acho que o livro digital seja ‘o’ futuro do livro. É ‘um dos’ futuros, não dá para cair nesse fatalismo de que o impresso irá morrer. Meus trabalhos recentes, como Clichês brasileiros e lconografia paulistana, por exemplo, não funcionariam em versão digital.” Independente de qualquer prognóstico, Gustavo Piqueira está fazendo sua parte: já finalizou mais uma obra, que deve ser impressa ainda neste ano, e se prepara para começar novos projetos. Os assuntos? Melhor aguardar. Afinal, ao menos quando se trata de livros, este palmeirense é uma verdadeira caixinha de surpresas.

 

Publicado na Revista Superpedido, ano IX n. 45 agosto/setembro 2013.

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19 de agosto de 2013

“Um tributo ao velho clichê”

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Clique aqui para baixar o pdf.
Publicado na Revista Brasileiros… em Agosto de 2013


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“Um tributo ao velho clichê”

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Clique aqui para baixar o pdf.

Publicado na Revista Brasileiros em Agosto de 2013

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16 de agosto de 2013

Vídeo: Gustavo Piqueira fala sobre Clichês Brasileiros


 
Gravado durante o lançamento de Clichês Brasileiros (Utilizados por Gustavo Piqueira) em julho de 2013, no Bar Balcão, em São Paulo. Piqueira e Plinio Martins, editor da Ateliê, comentam sobre a concepção do livro e seu singular projeto gráfico, …


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Vídeo: Gustavo Piqueira fala sobre Clichês Brasileiros


 

Gravado durante o lançamento de Clichês Brasileiros (Utilizados por Gustavo Piqueira) em julho de 2013, no Bar Balcão, em São Paulo. Piqueira e Plinio Martins, editor da Ateliê, comentam sobre a concepção do livro e seu singular projeto gráfico, que inclui uma capa colada à mão com durex.

 

Publicado em Ateliê Editorial, em 16.08.2013

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31 de julho de 2013

“A Book Literally Made of Clichés”

Did you know cliché is drawn from a French printing term? A cliché was a printing plate cast from moveable type which, interestingly, was also called a stereotype. Instead of setting letters individually to form words, it saved time to have whole pre-made words cast …


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“A Book Literally Made of Clichés”

Did you know cliché is drawn from a French printing term? A cliché was a printing plate cast from moveable type which, interestingly, was also called a stereotype. Instead of setting letters individually to form words, it saved time to have whole pre-made words cast – words that were used commonly. This later expanded into the first stock imagery – commonly used images to accompany text. Hence, cliché came to mean a common phrase or idea, and stereotype a way to conform ideas into simplified concepts that required less explanation, so therefore, less typesetting.

Brazilian graphic designer Gustavo Piqueira has used the history of the cliché to create a book about the history of his country – told through cliché. Brazilian Clichés plays on the dual meaning on the word, illustrating stereotypical views of Brazilian history and the country today, such as the arrival of the Portuguese, slavery, the conversion of the native people to Christianity and the export of coffee and gold.

With images layered on top of one another to attribute new meanings and altered in colour to play on their original uses, (look at the clovers printed in blue, applied repeatedly to create an enchanted sea) the entire book is an enjoyable exercise in punnery, witticisms and the potential stories you can tell with stock imagery, limited resources and a pile of clichés.

112 pages, 23 × 27, silkscreen print cover taped to wood, attached with adhesive tape. Spine with side seam exposed. Limited print run of 1000 numbered copies. Published in 2013 by Publisher Editorial Workshop

 

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Publicado na Desktop Mag, em 31.07.2013

 

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29 de julho de 2013

“Comendo Design #9 – Livro Clichês Brasileiros”

Comendo Design #9 – Livro Clichês Brasileiros

Como havia falado pelo instagram na semana passada, vamos falar um pouco sobre o livro do Gustavo Piqueira e conhecer um pouco sobre o autor.
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O livro tem um formato 23x27cm, e sua capa com lâmina de madeira impressa em …


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“Comendo Design #9 – Livro Clichês Brasileiros”

Comendo Design #9 – Livro Clichês Brasileiros
Como havia falado pelo instagram na semana passada, vamos falar um pouco sobre o livro do Gustavo Piqueira e conhecer um pouco sobre o autor.

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O livro tem um formato 23x27cm, e sua capa com lâmina de madeira impressa em serigrafia, fixada com adesivos, e lombada com costura lateral especial exposta, deixa tudo com uma cara de que foi todo feito artesanalmente, o que é muito legal dentro do seu contexto.

Nas primeiras páginas do livro o autor teve a preocupação de falar sobre o que são os “clichês tipográficos” e qual foi a sua importância na época. De uma forma bem rápida e prática, somos apresentados a uma imensidão de tipos e formatos diferentes.

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Depois disso somos levados ao que eu achei o mais interessante: a história do Brasil. Em cada página o autor conseguiu sintetizar o que queria contar e utilizou-se muito bem das cores e das formas dos clichês para criar suas imagens. Arrisco a dizer também que a cor do papel foi muito importante na concepção das imagens, já que em algumas páginas ele chega a mudá-la para dar um contraste maior com as demais cores utilizadas, e a partir daí conseguimos facilmente ver em que período a história se passa e o que ele está tentando nos contar apenas com o apelo visual. A história vai desde a chegada dos portugueses, a catequização dos índios, a escravidão, os ciclos do café e do ouro até clichês do Brasil de hoje, cheio de engarrafamentos, dívidas, condomínios fechados e alienação.

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Sobre o autor:
Gustavo Piqueira é um dos mais premiados designers gráficos do Brasil, com mais de 200 prêmios internacionais. Também ilustrou livros infantis e desenhou alfabetos. Como autor, publicou doze livros de ficção. Seus mais recentes projetos são a concepção e organização da coleção de filosofia clássica Ideias Vivas (WMF Martins Fontes/2011), a tradução do irreverente A História Verdadeira, escrito no século II por Luciano de Samósata (Ateliê Editorial/2012) e o misto de imagens reais e ensaios fictícios, Iconografia Paulistana (WMF Martins Fontes/2012).

O livro está sendo lançado hoje pela Casa ReX e a editora Ateliê Editorial e terá uma tiragem única de mil exemplares. O convite você pode ver no post anterior.

 

Publicado no MarcoZero, em 29.07.2013

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26 de julho de 2013

“Gustavo Piqueira: a transformação dos clichés em clichés”


Cliché é um chavão. É um lugar-comum, são frases repetidas tantas vezes que se tornaram banais e previsíveis. Longe dessa vulgaridade, o brasileiro Gustavo Piqueira, com mais de 200 prémios de design gráfico à frente da Casa Rex, pegou …


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“Gustavo Piqueira: a transformação dos clichés em clichés”

Cliché é um chavão. É um lugar-comum, são frases repetidas tantas vezes que se tornaram banais e previsíveis. Longe dessa vulgaridade, o brasileiro Gustavo Piqueira, com mais de 200 prémios de design gráfico à frente da Casa Rex, pegou no significado original da palavra “cliché” (na indústria da impressão, o cliché é uma chapa metálica que traz gravada em relevo a reprodução de uma composição tipográfica ou de uma imagem destinada à impressão) e criou o volume “Clichês Brasileiros” (Ateliê Editorial). Utilizando apenas imagens de um antigo catálogo brasileiro de clichês tipográficos, Gustavo Piqueira compõe uma inusitada narrativa visual contemporânea. Essas matrizes, gravadas em madeira ou metal, serviram agora para contar a história do Brasil, recheada de clichés: a chegada dos portugueses, a catequização dos índios, os ciclos do café e do ouro, os engarrafamentos, as dívidas, os condomínios fechados e a alienação. O livro possui 112 páginas e tem uma tiragem limitada de mil exemplares numerados.

 

Publicado no blog P3, em 26.07.2013

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23 de julho de 2013

“Gustavo Piqueira fala sobre Clichês Brasileiros, seu livro mais recente”


Julliana Bauer
Entrevistar Gustavo Piqueira dá um pouco de medo. Conhecido por um humor ácido que é bem característico em seus livros, o designer publica e comenta os xingamentos que recebe nas redes sociais em seu site pessoal. “Pense duas …


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“Gustavo Piqueira fala sobre Clichês Brasileiros, seu livro mais recente”

Julliana Bauer

Entrevistar Gustavo Piqueira dá um pouco de medo. Conhecido por um humor ácido que é bem característico em seus livros, o designer publica e comenta os xingamentos que recebe nas redes sociais em seu site pessoal. “Pense duas vezes antes de fazer alguma pergunta meio boba pra ele”, me alertaram os mais entendidos. Assim que começamos a conversar, Gustavo disse algo como “eu falo meio devagar porque tenho medo de falar besteira, tá?” e – ufa – meu medo de entrevistá-lo morreu ali.

Menos de um ano após lançar Iconografia Paulistana – livro no qual reúne fotografias que retratam uma são Paulo um tanto cafona –, Piqueira surge agora com Clichês Brasileiros, publicação feita a partir de um catálogo de clichês tipográficos que faz uma narrativa com uma abordagem bem peculiar da história brasileira e, é claro, de todos os seus clichês.

 

Como você teve essa ideia de explorar todos os sentidos do termo “clichê” para seu novo livro?

De tempos em tempos, tento compor uma narrativa a partir de uma matéria prima específica. Já fiz isso com fotografias antigas, por exemplo. Desta vez, foi com um catálogo de clichês tipográficos. É interessante esse duplo sentido da palavra, porque esse uso mais comum veio da ideia dos clichês tipográficos. Fiz uma pesquisa e, em inglês, a tradução de “clichês” é stereotypes, achei curioso.

Quanto tempo demorou para o livro ficar pronto?

Não demorou muito, acho que um mês, um mês e meio.

Você escreveu anteriormente, no livro Morte aos Papagaios, sobre como essa questão de uma identidade brasileira no design gráfico te incomoda, com todos os clichês que são esperados do design feito aqui. Esse seu livro mais recente tem algo a ver com isso?

Esse texto que você citou é bem antigo, mas não mudei de opinião, mas essa é uma questão bem recorrente pra mim. O livro não tem uma relação direta com esse texto, não. Eu tento encontrar o que me faz brasileiro de verdade, sem me agarrar a clichês.

Seus dois últimos livros (Clichês Brasileiros e Iconografia Paulistana) tiveram apenas uma tiragem cada com cópias limitadas e numeradas. Por que essa decisão de fazer apenas mil exemplares?

Optei por seguir o caminho de transformar cada livro em um objeto. Iconografia Paulistana vinha com um espelho na capa, e esse mais recente vem com uma lâmina de madeira, o que inviabiliza uma tiragem grande. Não me interessa fazer uma reedição simples, com um espelho em pantone prata futuramente. Tem esse lado dos objetos quase artesanais, feitos manualmente, eu gosto disso. Com Iconografia Paulistana, eu cuidei muito para não me tornar o “especialista em prédios feios” ou uma espécie de autoridade no tema. É um jeito meu de falar “ok, esse livro terminou, vamos para o próximo”.

Muita gente parece não ter entendido o Iconografia Paulistana, assim como muita gente também não entendeu Marlon Brando – Vida e Obra. Isso te incomoda ou te diverte?

Isso me diverte. Quando escrevi Morte aos Papagaios, há quase dez anos, eu tinha uma preocupação maior com isso. Até que um dia percebi que sem liberdade extrema, não me interessa escrever. Gosto de confundir. É claro que eu quero que gostem dos meus livros, mas não vou fazer um livro me preocupando apenas se as pessoas vão entender ou não.

Você tem uma produção bem acelerada de livros, como os concilia com seu trabalho na Casa Rex?

Eu me organizo para conseguir fazer tudo, mas não é nada de muito especial, eu me entedio se não fizer nada, a vida é curta. Trabalho em muitos projetos porque fico nervoso se for diferente. Quando termino um projeto, é como se ele morresse ali e eu imediatamente já começo a pensar no próximo.

 

Gustavo Piqueira cria narrativa visual combinando antigos clichês tipográficos e conta a história do Brasil em seu novo livro

 

CLICHÊS BRASILEIROS 

Autor: Gustavo Piqueira

Editora: Ateliê Editorial

Nº de páginas: 112pp.

Edição: 1ª. (Tiragem única, 1.000 exemplares numerados)

Formato 23x27cm – Capa com lâmina de madeira impressa em serigrafia, fixada com adesivos, e lombada com costura lateral especial exposta

Preço: R$ 49,00

 

LANÇAMENTO 

Dia: 29 de julho, segunda-feira, a partir das 19h

Local: Bar Balcão – Rua Dr. Melo Alves, 150 – Jardim Paulistano, São Paulo

 

Publicado no Design Brasil, em 23.07.2013

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“You learn something new every day…”

“You learn something new every day.” It’s a cliché. And the word cliché actually comes from a printing term. It originated in the days when printing was done using metal blocks with individual letters arranged to form the words in …


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“You learn something new every day…”

“You learn something new every day.” It’s a cliché. And the word cliché actually comes from a printing term. It originated in the days when printing was done using metal blocks with individual letters arranged to form the words in a layout, and printers would pre-prepare the most commonly used phrases as a single piece of metal to avoid having to assemble the phrase every time they needed to use it. This block of type was called a cliché.

Raining Cats and Dogs

It was also known by another printing term; stereotype. In printing terms, a cliché and a stereotype were the same thing, and the former originated from the French language. It quickly developed into a word to describe an idea, or an element in an artistic work, which had become overused to the point of losing its original meaning or impact. A French poet in the 1800′s called Gérard de Nerval said, “The first man who compared a woman to a rose was a poet. The second, an imbecile.” (Bit harsh I reckon, but you get the point.)

Clichés were used for visuals as well as phrases, where plates were engraved with stock images for use in layouts featuring stories on similar subjects. In modern times, visual clichés are often used effectively in comedy, and, some would say irritatingly, in advertising.

Light Bulb

Stereotype was derived from the Greek word ‘stereos’, meaning ‘solid, firm’ and ‘blow, impression, engraved mark’ (not the plural for a ghetto blaster) and its modern sense was first coined (spot the cliché) in 1798.  For example, an image of a stereotypical banker may still be imagined as a stern looking mustachioed fellow wearing a bowler hat and carrying an umbrella, even though that’s not what they look like these days.

Gustavo Piqueira
Above: A stereotypical image about slavery in Brazil, used by an early 20th century printer, from designer Gustavo Piqueira’s book ‘Brazilian Clichés‘.

So there you go. That’s the something new I’ve learned today. There are quite a few other modern terms and phrases that originate from old printing techniques, such as ‘uppercase’ and ‘lowercase’, ‘wrong end of the stick’ and, most obviously, ‘hot off the press’. But I’d better leave it at that so there’s something left to learn tomorrow…

Laurie Cansfield
Corporate Communications Manager
Potts Print (UK)

The first Carbon Balanced Printing Company in the North of England
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Publicado em Potts Print (UK)em 23.07.2013

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22 de julho de 2013

“Clichês Tipográficos [Gustavo Piqueira]“

Mais uma publicação, desculpe o clichê (ups!), imperdível do Gustavo Piqueira. Dessa vez a ideia foi compor uma narrativa visual, usando “apenas” clichês tipográficos, para contar a história do Brasil. E tem as caravelas, os portugueses chegando, o escambo …


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“Clichês Tipográficos [Gustavo Piqueira]“

Mais uma publicação, desculpe o clichê (ups!), imperdível do Gustavo Piqueira. Dessa vez a ideia foi compor uma narrativa visual, usando “apenas” clichês tipográficos, para contar a história do Brasil. E tem as caravelas, os portugueses chegando, o escambo com a população nativa, a catequização católica, a Bolsa do Café e outras muitas passagens nas 112 páginas.

A publicação é da Ateliê Editorial, que havia publicado em 2003 um fac-símile da coleção de clichês de D. Salles Monteiro, utilizada para a confecção desse livro. São mil exemplares (apenas) em tiragem única e as cópias são numeradas.

A capa do livro tem uma lâmina de madeira impressa em serigrafia, adesivos e costura aparente.

Lançamento: 29 de julho, segunda-feira, a partir das 19:00

Bar Balcão
Rua Dr. Melo Alves, 150 (mapa do local)
Cerqueira César
São Paulo – SP

Bora lá? =D

Publicado no Designices em 18.07.2013

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“Clichés of Brazil”


Brazilian designer Gustavo Piqueira’s new book uses early 20th century printers’ ‘clichés’ to address stereotypical views of his country and its history.

The term ‘cliché’ refers to printers pre-preparing stock phrases as single pieces of metal so that they didn’t …


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“Clichés of Brazil”

Brazilian designer Gustavo Piqueira’s new book uses early 20th century printers’ ‘clichés’ to address stereotypical views of his country and its history.

The term ‘cliché’ refers to printers pre-preparing stock phrases as single pieces of metal so that they didn’t have to set them anew each time they were used. The term can also refer to plates engraved with stock images to be used to complement text in letterpress-printed material. Brazilian publisher Ateliê Editorial published a facsimile edition of a collection of such images in 2003. Piqueira chose to play on the dual meaning of the word by using the clichés to illustrate clichéd views of Brazilian history and the country today in a new book entitled, you guessed it, Brazilian Clichés.

The book looks at historical events such as the arrival of the Portuguese, the conversion of the native people to Christianity, slavery and the economic booms brought by coffee and gold.

Contemporary Brazilian clichés include traffic jams and debt. The book’s cover is made of a sheet of wood, printed in silkscreen, attached with adhesive tape. It has a limited print run of one thousand numbered copies.

More details here

 

Publicado na Creative Review em 22.07.2013

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