Escrita no século II por Luciano de Samósata, A história verdadeira pode ser considerada uma das grandes precursoras da ficção científica na literatura, tendo influenciado autores como Swift, Voltaire, Verne, Morus e Rabelais. Não eram esses, porém, os objetivos de Luciano ao escrevê-la. Ele buscava apenas ridicularizar, cheio de humor e ironia, autores e histórias já então “clássicas”, como a Odisseia de Homero, assim como filósofos das mais diversas correntes, Sócrates e Platão entre eles. Terminou por construir um dos livros mais irreverentes da história.

88 páginas

17 x 24,5 cm

capa dura

 

ilustração:
Alexandre Camanho,
Carlos José Gama e Jaca

 

Ateliê Editorial

2012

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O COMEÇO DO LIVRO

MARTINS FONTES

ATELIÊ EDITORIAL

Creativity International Awards - Estados Unidos (2012)

10a Bienal de Design Gráfico ADG - Associação dos Designers Gráficos (2013)

Ótimo!

Publicado na Folha de S. Paulo,

em 19 de agosto de 2012.

Livro do século 2
que mistura narrativa surreal retorna às livrarias.

Um certo livro do século 2 abre o jogo na introdução: “você não encontrará pela frente uma única palavra verdadeira. Nenhuma. Escrevo sobre fatos que nunca vi nem vivi. De que nem sequer ouvi falar. Sobre o que
não existe [...]

Publicado no Correio Braziliense,

em 08 de junho de 2012.

O ridículo das 'verdades'.

Vivemos em uma época em que o humor é considerado apenas uma forma de diversão sem compromisso, uma maneira de matar o tempo e aliviar o tédio [...]

Publicado n'O Globo,

em 29 de julho de 2012.

[…] talvez
a mais coloquial
e irreverente (tradução) já feita.

Publicado na Folha de S. Paulo,

em 01 de julho de 2012.

Os exploradores
do presente.

Tidos como futurólogos, os autores
de “sci-fi” se ocupam da crítica de seu tempo – desde as origens do gênero

Ursula Le Guin é alguém que entende do ofício de escrever histórias
de ficção científica. A escritora,
norte-americana, tem mais [...]

Publicado no Diário do Nordeste,

em 03 de junho de 2012.

Vamos
redescobrir Luciano!

É muito bom ver o satirista
de Samósata relançado
em português, e numa edição
voltada prioritariamente para
o público em geral. [...]

Publicado no Amálgama,

em 31 de maio de 2012.